Não me deixes chorar envolta no pranto da saudade.
Não me deixes esborratar o rosto que tão delicadamente beijaste.
Não me deixes sepultada nas recordações que criámos.
Não me deixes morrer desposada à culpa de não conseguir viver sem ti.
Não me deixes abandonar os alicerces de sanidade que nos enraizaram à terra.
Não me deixes arrancar a pele do corpo que veneraste no luar despido de meia-noite.
Não me deixes aqui, a sonhar-te em vão...
Não me deixes esborratar o rosto que tão delicadamente beijaste.
Não me deixes sepultada nas recordações que criámos.
Não me deixes morrer desposada à culpa de não conseguir viver sem ti.
Não me deixes abandonar os alicerces de sanidade que nos enraizaram à terra.
Não me deixes arrancar a pele do corpo que veneraste no luar despido de meia-noite.
Não me deixes aqui, a sonhar-te em vão...
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