sábado, 11 de setembro de 2010

quero calar-te dentro de mim...



quero calar-te dentro de mim,
gritas de saudade e desejo…
quero calar-te dentro de mim,
quero limpar as feridas que deixaste,
juntar as peças dos sonhos perdidos…

quero calar-te dentro de mim..
és apenas recordação,
quero calar-te amor dentro de mim…
querer-te? morrer por ti amor?
porquê? se não estou nos teus sonhos,
nem no coração…

indiferente ao que eu sinto, não te importa,
quero calar-te dentro de mim…
se não te posso ter,
melhor esquecer…melhor calar-te em mim….

um momento de felicidade por dias de solidão...
um só momento…se te quero eternamente,
preciso de ti,
algo te tira de mim,
melhor esquecer…melhor calar-te em mim…

queria ser forte,
arrancar-te do meu coração,
não pensar, não procurar,
fechar-me no meu mundo,
e a ti… calar-te dentro de mim…

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

amor ou medo...



amor ou medo…duas escolhas
medo de te perder
medo de não ser suficiente
medo de não ser suficiente para ti enquanto juntos

sinto amor, porque sinto saudade
saudade que dói, mesmo na dor, sinto amor ...
a tua falta, a falta que me fazes,
sinto a dor de não te ter,

é quando o medo surge...
medo de perder,
medo de não te voltar a ter,
mas penso o quanto te amo,
mesmo que estejas distante…
com amor a toda a tristeza se desvanece…

quinta-feira, 9 de setembro de 2010




com o chegar da noite, fala-me a solidão de ti…
com o luar na minha infinita noite entra a saudade no meu coração…
deixa a tua suavidade e a beleza…
nos recantos mais escuros pinta de prata…

enfeita de luz o meu peito…
com a luz, a saudade toma-me por completo…
transforma em beleza a tristeza infinita do presente…
traz-me o encanto das horas mortas do passado…

traz o gosto perdido de beijos de amor...
traz o calor dos braços inesquecíveis...
traz o eco das tuas palavras...
fecho os olhos e recordo…

penso em ti que foste o meu todo…
agora minha saudade…
penso em ti que me deixaste envolta de tristeza e dor…
o meu amor sincero esqueceste…

que tudo em mim era um pouco de ti, esqueceste…
a minha vida sem a tua, angústia e tristeza, esqueceste…

estou só...
e a saudade…a própria tristeza…
não sabia que a saudade doía tanto, meu amor…
olho as estrelas e imploro que te leve a minha saudade…
para que te sinta de novo em meus braços…

A saudade...
amargura...
tudo que eu tive e não tenho mais…
meu único alento…
todo o meu sol, todo o meu luar...
toda a minha vida, meu amor...
com a saudade, sinto a tua presença...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

My only one...

After all the mistakes have been and gone
You're still standing here, standing strong
And I forgive all the wrongs that you have ever done
Cos' you're still the only one

The apple of your mother's eye
Your life it passed your father by
I bet he whish he was there too
So much grace and poise yeah you're always right on cue

And there were times
You know it's true
When the whole world
Was looking at you
They changed their mind from day to night
One minute you're wrong then the next thing you're right
God rest your soul
Keep standing tall my only one

There's still a twinkle in your eye
Even after we say goodbye
You're always there in spirit and in mind
I'll be with you until the end of time

And there were times
You know it's true
When the whole world
Was looking at you
They changed their mind from day to night
One minute you're wrong then the next thing you're right
God rest your soul
Keep standing tall my only one

terça-feira, 31 de agosto de 2010

That I loved you more than you'll ever know
and part of me died when I let you go...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

passado...presente...


passado que voltas ao presente...

voltas com ele

não fico indiferente

tens presença inquetante...

a revolta é grande

por mais que tente

não controlo o sentimento

olho-te

desejo de ti

ao pensar... fico inquieta

passo por ti...

olho por ti...

sinto por ti...

finjo-te despercebido

sabes que não

o pensamento não para

e o coração também não...

não me deixes...

Não me deixes chorar envolta no pranto da saudade.



Não me deixes esborratar o rosto que tão delicadamente beijaste.



Não me deixes sepultada nas recordações que criámos.



Não me deixes morrer desposada à culpa de não conseguir viver sem ti.



Não me deixes abandonar os alicerces de sanidade que nos enraizaram à terra.



Não me deixes arrancar a pele do corpo que veneraste no luar despido de meia-noite.



Não me deixes aqui, a sonhar-te em vão...